Progressão de Regime
Outros · 3 estados · Comparação de valores mínimos OAB
Verificado: mai/2026 · Outros
Mais barato
R$ 2.697,00
Alagoas
Mais caro
R$ 3.143,10
Goiás
Média nacional
R$ 2.946,70
3 estados
Variação
17%
diferença
Distribuição de valores por estado
AL R$ 2.697
PI R$ 3.000
GO R$ 3.143,1
Sobre "progressão de regime" entre estados
O serviço "progressão de regime" (outros) está presente nas tabelas de honorários de 3 seccionais da OAB. O menor valor mínimo sugerido é R$ 2.697,00 (Alagoas) e o maior é R$ 3.143,10 (Goiás), uma variação de 17%. A média nacional é de R$ 2.947,00. Essa diferença reflete o custo de vida, a demanda por serviços jurídicos e os critérios de cada seccional para definir os pisos de honorários.
Perguntas frequentes
Qual o valor mínimo de honorários para progressão de regime no Brasil?
O valor mínimo mais baixo para progressão de regime é de R$ 2.697,00 (Alagoas), enquanto o mais alto é R$ 3.143,10 (Goiás). A média entre os 3 estados com dados é de R$ 2.947,00.
Em qual estado progressão de regime é mais barato?
O menor valor mínimo sugerido para progressão de regime é no Alagoas, com R$ 2.697,00. Lembre-se que este é o piso da tabela OAB — na prática, advogados podem cobrar valores superiores conforme a complexidade do caso.
Por que progressão de regime custa mais em Goiás?
Estados com maior custo de vida, mercado jurídico mais competitivo e maior complexidade processual tendem a ter tabelas de honorários mais altas. A diferença entre Alagoas e Goiás para este serviço é de 17%, refletindo fatores econômicos regionais.
O valor de progressão de regime pode ser negociado?
Sim. Os valores das tabelas OAB são mínimos sugeridos, não obrigatórios. Honorários são livremente pactuados entre advogado e cliente (art. 22, Estatuto da OAB). A tabela serve como referência de piso ético — cobrar abaixo pode configurar infração ética, mas o cliente não está vinculado ao valor da tabela.
Nota: Valores mínimos sugeridos pelas respectivas seccionais da OAB. Variações refletem diferenças regionais de custo de vida e mercado jurídico local. Honorários podem ser livremente pactuados (art. 22, EOAB).