Retificação Judicial de Protestos Marítimos

Direito Marítimo · 2 estados · Comparação de valores mínimos OAB

Verificado: mai/2026 · Direito Marítimo

Mais barato
R$ 8.990,00
Alagoas
Mais caro
R$ 12.571,34
Amapá
Média nacional
R$ 10.780,67
2 estados
Variação
40%
diferença
# Estado Valor mínimo vs. Média
1 Alagoas (AL) R$ 8.990,00 -17%
2 Amapá (AP) R$ 12.571,34 +17%

Distribuição de valores por estado

AL
R$ 8.990
AP
R$ 12.571,34

Sobre "retificação judicial de protestos marítimos" entre estados

O serviço "retificação judicial de protestos marítimos" (direito marítimo) está presente nas tabelas de honorários de 2 seccionais da OAB. O menor valor mínimo sugerido é R$ 8.990,00 (Alagoas) e o maior é R$ 12.571,34 (Amapá), uma variação de 40%. A média nacional é de R$ 10.781,00. Essa diferença reflete o custo de vida, a demanda por serviços jurídicos e os critérios de cada seccional para definir os pisos de honorários.

Perguntas frequentes

Qual o valor mínimo de honorários para retificação judicial de protestos marítimos no Brasil?
O valor mínimo mais baixo para retificação judicial de protestos marítimos é de R$ 8.990,00 (Alagoas), enquanto o mais alto é R$ 12.571,34 (Amapá). A média entre os 2 estados com dados é de R$ 10.781,00.
Em qual estado retificação judicial de protestos marítimos é mais barato?
O menor valor mínimo sugerido para retificação judicial de protestos marítimos é no Alagoas, com R$ 8.990,00. Lembre-se que este é o piso da tabela OAB — na prática, advogados podem cobrar valores superiores conforme a complexidade do caso.
Por que retificação judicial de protestos marítimos custa mais em Amapá?
Estados com maior custo de vida, mercado jurídico mais competitivo e maior complexidade processual tendem a ter tabelas de honorários mais altas. A diferença entre Alagoas e Amapá para este serviço é de 40%, refletindo fatores econômicos regionais.
O valor de retificação judicial de protestos marítimos pode ser negociado?
Sim. Os valores das tabelas OAB são mínimos sugeridos, não obrigatórios. Honorários são livremente pactuados entre advogado e cliente (art. 22, Estatuto da OAB). A tabela serve como referência de piso ético — cobrar abaixo pode configurar infração ética, mas o cliente não está vinculado ao valor da tabela.
Nota: Valores mínimos sugeridos pelas respectivas seccionais da OAB. Variações refletem diferenças regionais de custo de vida e mercado jurídico local. Honorários podem ser livremente pactuados (art. 22, EOAB).